Finalmente um novo post sem ter relação alguma com um livro ou filme, algo criado pela minha mente. Ou não. Na verdade é um pensamento decorrente de conversas e situações vividas.
Quem nunca se defrontou com um sentimento que possa ser considerado perigoso? Provavelmente os mais perigosos são aqueles que são ininteligíveis. Como no Guia do Mochileiro, aonde um personagem tem uma parte do cérebro inutilizada, com o porém de enviar idéias que o próprio personagem não entende, mas acaba fazendo algo relacionado. Em minha opinião algumas sensações presenciadas em nosso dia-a-dia não têm explicação, e eu, por algum motivo, gosto de procurar explicações para tudo.
O problema maior disso é quando a explicação encontrada é o fato de não haver uma explicação. Um exemplo disso é quando de muitos momentos, os melhores e mais divertidos são sempre com as mesmas pessoas, e são esses os lembrados. O incrível é que nunca havia pensado nisso antes de me dizerem e hoje enxergo tão claramente como se soubesse e percebesse o tempo todo.
E apesar de ser algo tão presente e claro, não vejo uma explicação, talvez seja a tal inteligência emocional atuando, que de racional nada tem.
Fica aí um post completamente subjetivo que pode ser de non-sense a algo completamente significativo, e a rima foi completamente involuntária.
Bateu albinismo mental, acho que até havia algo mais a ser escrito mas... não há mais.